O Fim do Mundo
Fria já se torna esta rocha onde tantas almas já se sentaram...
Ao longe se avista um vulto, quase que na ideia da perdição imagino o que lá fará...concerteza que busca por um ideal.
Mas é quando tudo se transforma num magnífico tom rosado (ou será laranja?), que, aquele sonhador desaparece pelo canto de um olho, já envolto numa tranquila paz que lhe devolve aquela lágrima, antes mesmo dela ter surgido.
O vento já se sente, batendo suavemente, e tudo o que me estava diante se dissipou num imenso manto branco de seu misterioso tom azul!
Nada mais se vê, apenas o que ficou reservado no cantinho das recordações.
Penso em voltar, ainda antes de partir. Sinto uma ânsia enorme de liberdade que acabo por deixa que o espírito se solte sobre aquele cenário d algodão...imaginando toda uma vida que, suavemente, longe de todos os olhares permanece intacta e secreta dentro de mim.
Retiro-me cuidadosamente daquele local paradisíaco onde aquela quantidade enorme de água, a que todos chamam de mar, se mistura com a sua maior confidente, mesmo quando o céu já se abate sobre ele e aquele barco já se ancorou num porto seguro.
Retiro-me mas sem nunca perder de vista toda a paz e tranquilidade que, lentamente vou deixando p’ra trás...
Abandono então a ideia de que, aquele quadro de perfeita harmonia jamais representará o fim do mundo, mas sim o começo de um novo “todo”...
Não te esqueças:
É quando o sol se confunde com o mar, e já a neblina toma conta de tudo à tua volta, que poderás desfrutar da companhia das mais valiosas recordações...até um novo amanhã.
Ao longe se avista um vulto, quase que na ideia da perdição imagino o que lá fará...concerteza que busca por um ideal.
Mas é quando tudo se transforma num magnífico tom rosado (ou será laranja?), que, aquele sonhador desaparece pelo canto de um olho, já envolto numa tranquila paz que lhe devolve aquela lágrima, antes mesmo dela ter surgido.
O vento já se sente, batendo suavemente, e tudo o que me estava diante se dissipou num imenso manto branco de seu misterioso tom azul!
Nada mais se vê, apenas o que ficou reservado no cantinho das recordações.
Penso em voltar, ainda antes de partir. Sinto uma ânsia enorme de liberdade que acabo por deixa que o espírito se solte sobre aquele cenário d algodão...imaginando toda uma vida que, suavemente, longe de todos os olhares permanece intacta e secreta dentro de mim.
Retiro-me cuidadosamente daquele local paradisíaco onde aquela quantidade enorme de água, a que todos chamam de mar, se mistura com a sua maior confidente, mesmo quando o céu já se abate sobre ele e aquele barco já se ancorou num porto seguro.
Retiro-me mas sem nunca perder de vista toda a paz e tranquilidade que, lentamente vou deixando p’ra trás...
Abandono então a ideia de que, aquele quadro de perfeita harmonia jamais representará o fim do mundo, mas sim o começo de um novo “todo”...
Não te esqueças:
É quando o sol se confunde com o mar, e já a neblina toma conta de tudo à tua volta, que poderás desfrutar da companhia das mais valiosas recordações...até um novo amanhã.

1 Comments:
Olá, o prometido é devido e como podes reparar já li o teu Blog. Reparei que focaste o tema da Saudade, da chegada e da partida ("Penso em voltar, ainda antes de partir),e como já vem sendo hábio o da nostalgia, o que na minha opinião só revela que és um Português de Gema.Olha deixo-te o nome de um livro que aborda todos temas que referi em cima : "Portugal como Destino seguido de Mitologia da Saudade" Eduardo Lourenço.Fica Bem e continua o bom trabalho.
Carla Guardado
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